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A Nintendo pode renomear o Wii U. Apontado como um dos motivos da recepção morna do console na última Electronic Entertainment Expo, o nome Wii U pode ser descartado por conta de possíveis problemas de divulgação e “desvinculação” da marca Wii.
A associação dos nomes poderia causar os mesmos problemas experimentados pelo Nintendo 3DS, que confundiu alguns consumidores na época do seu lançamento; muitos pensavam que se tratava apenas de uma nova versão do Nintendo DS. A própria Nintendo relatou que essa questão realmente afetou as vendas do portátil e que tais perdas seriam ainda mais danosas no caso do Wii U.
Assim, rumores começam a pipocar pela internet sugerindo que a Nintendo realmente está ponderando a mudança de nome, especialmente porque reapresentará a plataforma durante a E3 2012.


O que começou como boato virou realidade: a Nintendo realmente levará o Wii U para a CES 2012, evento de eletrônicos que acontece no início de janeiro. A companhia confirmou os rumores que surgiram na internet ontem, mas disse que não será todo mundo que poderá ver o novo console de perto.
Em resposta ao site 1UP, a “Big N” declarou que não terá um estande para que os visitantes conheçam o aparelho, limitando os testes apenas à imprensa especializada. Além disso, a empresa não prometeu nenhuma novidade, o que significa que teremos os mesmos conteúdos mostrados na última E3, como as demonstrações de Zelda HD e New Super Mario Bros. Mii.
Segundo a mensagem enviada pela desenvolvedora, a participação na CES será uma forma de permitir que as pessoas que não puderam conhecer o Wii U na Electronic Entertainment Expo possam ter um contato inicial com o console.
A CES 2012 começa no próximo dia 10 de janeiro



Na semana passada a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou a proposta que estende os benefícios fiscais da Lei da Informática ao setor de jogos eletrônicos.
Em termos práticos a medida visa reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para fabricantes de jogos de computadores e consoles que invistam parte do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento de produtos. Além disso, seriam reduzidas a zero as alíquotas de PIS e Cofins incidentes sobre a importação de games.
A notícia causou frenesi e comoção entre os jogadores – e por motivos compreensíveis, afinal quem quer continuar pagando R$ 199 por jogo feito no Brasil (ou mesmo importado)? A boa notícia é que os jogos podem ficar até 45% mais baratos caso a lei seja aprovada.
Entretanto, ainda resta um (provável) longo caminho até que a proposta, eventualmente, entre em vigor, já que por enquanto ela foi aprovada por uma de três comissões - e esta primeira etapa ficou cerca de oito meses em tramitação.
Pensando nisso, o UOL Jogos foi ouvir os deputados envolvidos na questão, além de um especialista em direito tributário, e agora explica agora quais os próximos passos da proposta e, caso esta seja aprovada, o que isso mudaria para você:
Preços até 45% mais baratos
Caso o Projeto de Lei entre em vigor, em linhas gerais, qual seria o seu efeito prático? Para tentar entender a questão procuramos o advogado tributarista Marcos Chien, que trabalha para a Acigames (Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games). E as perspectivas iniciais são animadoras: os jogos podem ficar até 45% mais baratos ao usufruírem os benefícios da Lei de Informática.
A simulação feita por Chien levou em conta jogos fabricados no Brasil e importados como software de informática. "Diferentemente do produto importado, no caso da prensagem local o mais importante é que o dinheiro fica no Brasil e fomenta a economia", explica.
Entretanto, é preciso ir com calma: se depender do histórico da tramitação, a proposta não deve virar realidade tão cedo: basta notar que o projeto foi submetido à Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática em abril passado e aprovado apenas no final de novembro. Restam ainda as comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Finanças e Tributação (CFT).
Ou seja, de três comissões ainda faltam duas até que o projeto, caso seja aprovado, entre em vigor.
“Jogo Justo quem?”
UOL Jogos procurou os três deputados envolvidos nos Projetos de Lei e apenas Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), em viagem oficial, não respondeu à reportagem. Curiosamente, Sandro Alex (PPS-PR) e Mauro Mariani (PMDB-SC) desconhecem o Jogo Justo, popular movimento que muitas vezes leva o crédito pelas iniciativas positivas ligadas à indústria de games nacional.
Sandro Alex chegou a confundir o nome do movimento e chamá-lo de "Jogo Legal", mas em sequência afirmou conhecer "todos os movimentos que reivindicam a causa" (a favor dos games mais baratos). O deputado fez até um apelo: "O Jogo Justo tem que se movimentar agora, mas não para dizer que é o autor, porque senão a proposta pode ser reprovada, pois o assunto precisa ser tratado com seriedade".
Já Mauro Mariani lembrou que a origem da proposta foi do atual prefeito de Joinville, Carlito Merss (PT-SC), que na época - por volta de 2007 - era deputado federal. "Eu sei que há movimentos que levantam a bandeira de incentivos aos jogos e tecnologias, mas não tive contato com nenhum deles".
Moacyr Alves, presidente da Acigames e idealizador do Jogo Justo, tem uma explicação para tudo isso: "O Carlito Merss começou o projeto, mas foi o Jogo Justo que deu continuidade ao mesmo quando ele assumiu a prefeitura de Joinville".

Segundo Moacyr, a iniciativa original previa estender os benefícios da Lei de Informática apenas a jogos desenvolvidos no Brasil, o que limitaria bastante o efeito prático do Projeto de Lei. "O Projeto que está nas mãos deles [deputados] quem fez foi o Jogo Justo, tanto que agora inclui jogos nacionais e importados", explica.
(uol jogos)

O vice-presidente sênior da Ubisoft, Tony Key, afirmou que a empresa pode continuar com os lançamentos anuais de Assassin's Creed por quanto tempo quiserem, uma vez que a trama do game por continuar infinitamente. Segundo ele, a beleza do enredo do game é que ele pode ser levado para qualquer lugar ou período histórico, iniciando e concluindo arcos centrados em personagens específicos.

De acordo com Key, diversos estúdios regionais da Ubisoft trabalham o tempo todo na série, o que permite esse tipo de lançamento a cada ano. Diversos títulos são desenvolvidos ao mesmo tempo e, enquanto um deles se aproxima do lançamento, outros já estão sendo pelo menos planejados. As declarações foram feitas em entrevista ao site [a]listgamer.

Recentemente, o Baixaki Jogos publicou artigo relatando totalmente a história de Assassin's Creed. Clique aqui para conferir.

Finalmente: jogos podem ficar bem mais baratos no Brasil

Em breve você não vai mais precisar gastar uma grana alta para comprar um jogo aqui no Brasil. A comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou ontem (dia 30) uma proposta que estende os benefícios fiscais da Lei da Informática ao setor de jogos eletrônicos para uso doméstico.

Segundo as informações da Agência Câmara, foi reduzido o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para fabricantes de jogos de computadores e consoles que invistam parte do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento de produtos. Além disso, foi reduzido a zero as alíquotas de PIS e Cofins incidentes sobre a importação de jogos.

O texto aprovado é de autoria do deputado Hugo Motta (PMDB-PB) e é um substitutivo ao Projeto de Lei 514/11, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), e aos PLs 899/11, do deputado Mauro Mariani (PMDB-SC), e 943/11, do deputado Sandro Alex (PPS-PR), agrupando sugestões dos três projetos.

Por tramitar em caráter conclusivo, a proposta não precisa passar pelo plenário, bastando apenas uma análise por parte das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

É popularmente sabido que DLCs (conteúdo extra dos jogos) é um assunto controverso entre os gamers, ainda mais se for anunciado antes mesmo do lançamento do jogo. Alguns podem gostar, outros acham que é apenas uma maneira de colocar mais dinheiro no bolso das empresas.

A Epic Games, desenvolvedora de títulos como Gears of War 3, concorda com a primeira opinião. Em uma entrevista à Game Informer, Rod Fergunson, funcionário da empresa, diz que “O que as pessoas precisam entender é que o conteúdo extra é algo que você precisa planejar. Não basta simplesmente levantar uma pedra e dizer: ‘olha, existem novos níveis´”.

Contudo, esse ainda é um assunto perigoso. Por um lado, pode servir como uma maneira de expandir o tempo que se gasta em um jogo (que é o que a Epic defende), além de combater a compra e venda de jogos usados. Por outro, isso está criando diversos problemas e a quantidade de DLCs lançados junto com a distribuição dos jogos está encarecendo um conteúdo que poderia sair por padrão em gerações antigas de consoles.

Fonte:BaixakiJogos

Será que os consoles portáteis tendem a acabar?

E parece que o debate sobre o futuro dos consoles de jogos portáteis está longe de acabar. De acordo com uma pesquisa recém-efetuada pela empresa Cowen and Company, somente 26% das pessoas que casualmente jogam em aparelhos portáteis usam o Nintendo DS, 3DS ou o Sony PSP. Por outro lado, 52% dos entrevistados dizem jogar em seus smartphones.

“Nos últimos 5 anos, o domínio dos consoles de jogos dedicados portáteis nesse nicho diminui 29%, com a maior parte desse declínio tendo ocorrido nos últimos 2 anos.”, aponta o estudo. “Nós acreditamos que os jogos em celulares estão drasticamente impactando a demanda pelos aparelhos de jogos dedicados.”

A pesquisa foi feita em setembro, nos Estados Unidos, com 1300 pessoas selecionadas aleatoriamente. Contudo, na visão de um dos funcionários da Nintendo, não iremos ver Mario na tela do iPhone ou Android tão cedo. O que para os fãs da marca pode ser uma vitória, por manter uma tradição, financeiramente pode acabar se tornando um problema de acordo com a tendência.

Se a Nintendo largasse sua divisão de vídeo games portáteis, a empresa poderia cortar significantemente seus custos e desenvolver outros produtos de maior apelo. Além disso, vender seus jogos na Apple Store ou Android Market poderia levar os títulos à milhões de pessoas ao redor do mundo, trazendo ainda mais lucros para a empresa.

Fonte:BaixakiJogos

A pirataria sempre foi vista como a grande vilã da indústria dos games, sendo combatida ferozmente por todas as empresas, não é mesmo? Pois saiba que a verdade não é bem assim, pois há algumas companhias que não acreditam que a prática é tão nociva assim.

A Unity Technologies é uma delas, já que o diretor-geral de sua divisão asiática, John Goodale, deu uma declaração um tanto quanto polêmica. Segundo ele, a pirataria tem também seus efeitos positivos na indústria e que foi somente graças a ela que a companhia conseguiu crescer no mercado chinês, por exemplo.

Segundo ele, é praticamente impossível acabar com a prática ilegal, então é preciso encontrar uma forma de tirar proveito disso. Para Goodale, a melhor solução para isso é fazer com que a pirataria sirva como uma ferramenta para popularizar os jogos em um país em que esse tipo de entretenimento não é tão comum, despertando o interesse de um número maior de pessoas.

Apesar de a declaração do diretor da Unity ser bastante controversa, não é preciso ir muito longe para perceber um panorama semelhante. Ainda que ele tenha citado o exemplo da China como um país que reverteu a situação positivamente, o Brasil tem demonstrado que está no caminho certo. Após ter sido colocado na lista negra de várias desenvolvedoras por causa dos altos índices de pirataria, a geração PlayStation e PS2, que se popularizou exatamente por conta dos games “alternativos”, deu origem a um grupo mais consciente que passou a valorizar a compra de jogos originais por ter noção de que isso fortalece o mercado.

fonte: baixakijogos

Pôster retrata a árvore genealógica dos controles de video games

O site Pop Chart Lab lançou um pôster ilustrando o que seria uma “árvore genealógica” dos controles de video game. Tudo começa com o glorioso Tennis For Two, em meados de 1958, e os controladores vão se interlinkando até culminar nos dias atuais, com o controle em forma de tablet do Wii U.

O material está a venda por US$ 30 (R$ 58 na cotação de hoje) mais o valor do frete e postagem. Foram feitas mil cópias da obra, sendo que cada uma delas é numerada. Quem não gostaria de ter um belo quadro desses na parede do quarto?

Decifra-me ou devoro-te

O “morcegão” está em alta. O último filme da bat-trilogia comandada por Christopher Nolan deve fechar a saga com chave de ouro, enquanto que Arkham City promete ser um dos melhores jogos do ano. O sucesso de Arkham Asylum pode ser creditado, em boa parte, ao esmero da Rocksteady em trazer para os video games à essência dos quadrinhos do Batman.

Vilões recorrentes e referências diretas a personagens obscuros da vida do “detetive” ajudaram a criar um clima que agradou em cheio aos fãs dos quadrinhos, ao mesmo tempo em que apresentou esse universo fantástico aos jogadores até então alheios às histórias do Batman. Entre os destaques estavam às enigmáticas mensagens deixadas por Edward Nigma, ou melhor, o Charada.

Se no primeiro jogo o Charada foi apenas um coadjuvante de luxo — que sequer aparecia na tela —, em Arkham City ele é um dos personagens principais. Um estrategista que rivaliza o intelecto do “Cavaleiro das Trevas”, Edward Nigma desafiará a mente dos jogadores com quebra-cabeças inventivos e doentios.


Um segredo, contendo um enigma envolto em um mistério

Em Arkham City, o Charada assumirá um papel de relevância similar a do Espantalho em Arkham Asylum. Você encontrará o personagem várias vezes ao longo da campanha até solucionar o enigma final.

Em vez de duelos surreais em cenários oníricos, seremos levados a situações de tensão extrema nas quais o vilão apresenta quebra-cabeças como única chave para a salvação de um pequeno grupo de reféns. O desafio começa antes mesmo de você encontrar as salas que abrigam as vítimas aprisionadas por E. Nigma.

O primeiro passo é coletar as inúmeras pistas deixadas pelo vilão ao longo da cidade, uma vez que você tenha pistas suficientes à localização de uma sala será liberada. No entanto, diferente do resto do jogo, a ação não é o foco da jogabilidade.

As provocações letais do Charada exigem uma aproximação mais cautelosa, condizente com o espírito estrategista do vilão. O objetivo dos desafios é simples, resgatar os reféns capturados pelo Charada, mas nem tudo é tão simples assim.

Presos a armadilhas que fariam inveja à Jigsaw, as vítimas estão pendendo entre a vida e a morte, sendo que o fiel da balança é o intelecto do Batman. Encontrar uma saída segura sem se deixar levar pelas afrontas do Charada pode parecer difícil, mas rende situações envolventes e extremamente recompensadoras.

O apelo de Arkham City é inegável, a jogabilidade parece afiada e o sistema de combate está mais refinado do que antes. Além disso, a Rocksteady prova que o foco pode ser a ação, mas que o jogo não se limita a pancadaria despropositada.

Sequências de quebra-cabeça, como as do Charada, e uma narrativa consistente ajudam a entregar um título verdadeiramente desafiador e envolvente. Fãs do quadrinho não se decepcionarão com o cenário pintado pela Rocksteady, enquanto que os jogadores encontrarão um título extremamente ágil e divertido.

Batman: Arkham City está agendado para o dia 18 de outubro, com edições para Xbox 360, PS3, PC e Wii U.

Fonte:BaixakiJogos


Freddie Wong é um diretor independente famoso por criar vídeos com a temática de games. O último vídeo criado pelo rapaz imagina um mundo com as mesmas regras de Grand Theft Auto.

Bastante criativo, o rapaz imagina como seria mais rápido (e caótico) dirigir em estradas regidas pelo regulamento da Rockstar, assim como mostra algumas das vantagens de poder possuir uma arma e atirar em qualquer coisa sem compromisso.

Mais vídeos criados pelo jovem diretor podem ser encontrados em seu canal no YouTube.

Após os rumores de que a Nintendo estaria com problemas de desenvolvimento do Wii U, eis que novos boatos sobre as dificuldades da “Big N” em trabalhar com o hardware de seu próximo console surgem na internet. De acordo com o site 01net, o mesmo das histórias anteriores, o aparelho não está sendo capaz de executar algumas de suas funções principais.

O principal problema apontado por um suposto funcionário da Nintendo ao site internacional é que o chipset do console não está dando conta. Apesar de o contato não especificar o que está acontecendo, ele afirmou que a fabricante está correndo contra o tempo para encontrar uma solução.

Além disso, o informante voltou a comentar sobre as dificuldades que o controle está tendo para se comunicar com a central do Wii U e que mesmo a conexão por fios está se mostrando ineficiente — algo que está causando muita dor de cabeça para os desenvolvedores, que precisam encontrar formas de driblar essas falhas.

Por fim, a série de problemas pode realmente afetar a data de lançamento do console. Se os primeiros rumores afirmavam que a Nintendo não pretendia adiar a chegada do console, o suposto funcionário agora garante que a empresa está considerando abandonar o mês de junho e liberar o sucessor do Wii em setembro de 2012 para que os engenheiros tenham mais tempo para corrigir todos os erros detectados.



A temática de Deus Ex: Human Revolution transcende a barreira dos video games e promove uma grande discussão sobre o futuro da humanidade. No jogo acompanhamos uma sociedade futurista na qual o transumanismo é mais evidente e do que nunca, um cenário no qual a tecnologia ajuda a corrigir deficiências, superar doenças ou simplesmente aprimorar o homem.

Apesar do foco fantástico, a premissa de Deus Ex não está tão distante da realidade assim. Ainda não temos ciborgues superpoderosos saltando edifícios ou “correndo em câmera lenta” à la Steve Rogers. No entanto, pessoas comuns já se beneficiam de modificações cibernéticas para corrigir problemas físicos e outras deficientes.

Apresentamos Rob Spence, ou melhor, “Eyeborg”. Depois de perder a visão de um olho em um acidente, “Eyeborg” voltou a enxergar graças a um grupo de engenheiros. Rob Spence é um ciborgue real e possui uma microcâmera no lugar do seu olho direito.

Aproveitando o lançamento de Deus Ex: Human Revolution, a Square Enix encomendou um documentário que mostra um pouco da história de Rob Spence e de outros ciborgues contemporâneos. Além de mostrar algumas tecnologias já existentes o vídeo também sugere que as ideias transumanistas de Deus Ex já não estão tão distantes assim.

Enviado por   Guilherme Silveira   em 31/07/2011 - 15:15




A Nintendo afirmou que apresentará The Legend of Zelda: Skyward Sword na gamescom, juntamente com outros jogos apresentados pela companhia durante a Electronic Entertainment Expo. Além disso, os 100 primeiros visitantes também irão ganhar uma exclusiva camiseta do jogo.

SEGA registra prejuízo em último relatório financeiro
Enviado por   Guilherme Silveira   em 31/07/2011 - 15:00


A SEGA divulgou anúncio o seu último relatório financeiro trimestral, referente ao período encerrado no dia 30 de junho de 2011. A companhia registrou uma queda de 22 bilhões de ienes (cerca de R$ 43 milhões) em seus lucros totais, se comparada ao relatório referente ao mesmo período no ano passado.

De acordo com a empresa, uma das razões para o prejuízo foi o gasto envolvendo o registro de patentes, juntamente com um período de uma “especialmente fraca” demanda nos Estados Unidos e na Europa.

Enquanto as vendas no período se mantiveram estáveis no Japão, a sua queda nos mercados norte-americanos e europeu foi justificada pelas condições adversas de mercado. A SEGA busca recuperar esses números nos próximos trimestres ao investor em jogos para celulares e redes sociais, “plataformas com as maiores demandas no mercado”, de acordo com o relatório da companhia.

Enviado por   Guilherme Silveira   em 31/07/2011 - 14:50


Quando a Electronic Arts anunciou sua plataforma de distribuição digital, o Origin, muita gente acreditou que ela não seria capaz de rivalizar com o Steam, que lidera o mercado.

No entanto, durante uma conferência realizada pelo estúdio para apresentar o balanço trimestral a seus investidores, o presidente da companhia, John Riccitiello, apresentou os bons números do sistema.

De acordo com ele, as receitas provenientes do Origin são muito semelhantes às arrecadadas pelo serviço da Valve durante o período em que eles competiram, com a diferença de que é possível reverter praticamente 100% do dinheiro proveniente de downloads.

Além disso, Riccitiello demonstrou confiança ao afirmar que a plataforma poderá, em breve, receber conteúdo de outros estúdios, deixando de ser algo exclusivo para título da EA. Segundo ele, as empresas tentarão oferecer seus games em todos os sistemas possíveis e o crescimento do Origin irá atrair esse pessoal.

Novo trailer de Batman: Arkham City mostra Pinguim e apresenta Solomon Grundy


Mais um trailer de Batman: Arkham City foi liberado pela Rocksteady Studios. Dessa vez as imagens revelam o vilão Pinguim e sua risada enlouquecida, apresentando uma nova cara familiar para o “Homem-Morcego”: Solomon Grundy.

O lançamento do vídeo foi feito exclusivamente pela GameSpot, como pode ser conferido no vídeo acima e dá sequência nas novidades apresentadas na Comic-Con 2011.

Batman: Arkham City tem previsão de lançamento para o dia 18 de outubro deste ano para Xbox 360, PlayStation 3, PC e logo na sequência para Wii U.


O site da loja australiana EB Games listou o Wii U no modelo de pré-compra por 598 dólares australianos, algo em torno de mil reais. A Nintendo ainda não divulgou qual será o preço oficial do console, mas o preço dos consoles na Austrália costuma ser mais caro do que em outros grandes centros como Estados Unidos e Inglaterra.

Além disso, vale lembrar que as plataformas costumam ficar mais baratas depois do seu lançamento. Um bom exemplo é o do próprio Nintendo Wii, quando foi lançado o console custava 400 dólares australianos e agora sai por menos de 190.

Wii U coloca Nintendo no mesmo nível que as outras plataformas da sétima geração








John Carmack, da id Software, comentou que a tecnologia por trás do Wii U coloca a Nintendo em pé de igualdade com os outros consoles de sétima geração. De acordo com a declaração de Carmack, diferentemente do Nintendo Wii, o novo console até poderia receber RAGE — trabalho mais recente do estúdio.

Em entrevista para o site GameSpot, John Carmack revelou que uma demonstração especial da Nintendo, realizada durante a E3 2011, mostrou vários detalhes da tecnologia e infraestrutura do Wii U. Carmack afirmou que RAGE — no seu estágio atual — nunca poderia ser lançado para o Wii, mas que agora o jogo seria viável no Wii U.

Todavia, o executivo da id Software confessa que, para evitar novos atrasos na produção, não lançará uma edição do jogo para a nova plataforma. Mesmo assim, Carmack deixou claro que está muito entusiasmado com as possibilidades do controle com tela sensível ao toque.

RAGE deve chegar em outubro, com edições para PS3, 360 e PC.



Wii U. Esse é o nome oficial do Projeto Cafe, console da Nintendo que vinha sendo alvo de rumores há algumas semanas. Confirmando os rumores, o aparelho terá um controle com tela sensível ao toque de 6,2 polegadas, câmera frontal e giroscópio.

Será possível, por exemplo, continuar um jogo interrompido na tela da TV por meio da touchscreen do aparelho. Satoru Iwata, presidente da Nintendo, fez questão de afirmar que o acessório não é um console portátil e sim um joystick, que também terá retrocompatibilidade com o Wii. Ou seja, o controle depende do video game de mesa para funcionar.

Durante sua conferência na E3 2011, a Nintendo deu praticamente todo foco ao controle, causando certa confusão se aquele realmente seria parte de um novo console ou apenas um mero periférico. As dúvidas, porém, foram resolvidas quando Reggie Fils Aime, o presidente do braço americano da empresa, exibiu um vídeo com jogos que estarão disponíveis na nova plataforma.

O Wii U contará com títulos de peso da atual geração, como Batman: Arkham City, Tom Clancy’s Ghost Recon Online, Darksiders II, DiRT e Metro: Last Night entre diversos outros que ainda devem ser anunciados.

Por si só, o controle do Wii U conta com funções de acesso à internet, vídeo chamada e também pode ser usado para desenhar, com a ajuda de uma stylus que acompanha o aparelho. A Nintendo não informou preço ou data de lançamento.

ATUALIZAÇÃO: Novas informações indicam que o controle do Wii U tem 4,5 centímetros de altura por 26,6 de largura. A tela sensível ao toque tem proporção de 16:9, e o controle conta com bateria recarregável, acelerômetro e função rumble, além de microfone e caixas de som.

O console terá retrocompatibilidade não apenas com os games do Wii, mas também com outros acessórios como o Wii Remote.

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